Triagem
Referências
- Houben RM, Dodd PJ. The Global Burden of Latent Tuberculosis Infection: A Re-estimation Using Mathematical Modelling. PLoS Med. 2016;13:e1002152. doi: 10.1371/journal.pmed.1002152.
- Global tuberculosis report 2020. Genebra: Organização Mundial da Saúde; 2020 (https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/336069/9789240013131-eng.pdf, consultado em 19 de fevereiro de 2021).
- Storla DG, Yimer S, Bjune GA.
Anexo 5 Algoritmos de rastreamento para crianças
Ilustração de 6 possíveis algoritmos de rastreamento para crianças (Fig. A.5.1–A.5.5 para crianças contatos e Fig. A.5.6 para crianças <10 anos vivendo com HIV/aids).
Anexo 3 Algoritmos de rastreamento para adultos e adolescentes vivendo com HIV/aids
Ilustração de 11 possíveis algoritmos de rastreamento para pessoas vivendo com HIV/aids
Anexo 1 Algoritmos de rastreamento para a população em geral e grupos de alto risco (excluindo pessoas vivendo com HIV/aids)
Ilustração de 10 algoritmos possíveis para rastreamento de pessoas de 15 anos de idade ou mais na população em geral e em grupos de alto risco para as quais o rastreamento é recomendado.
6.4 Algoritmos de rastreamento
Os algoritmos de rastreamento para crianças estão listados no Anexo 5.
Crianças de 0 a < 15 anos com um contato próximo com TB
Qualquer um dos seguintes algoritmos de rastreamento pode ser usado:
Fig. A.5.1 Rastreamento com sintomas (pág. 90)
Fig. A.5.2 Rastreamento com radiografia de tórax (pág. 91)
Fig. A.5.3 Rastreamento paralelo com sintomas e radiografia de tórax (pág. 92)
6.3.3 Considerações sobre a implementação
Crianças vivendo com HIV/aids devem ser acompanhadas de perto pelo sistema de saúde e devem ser submetidas ao rastreamento da TB em cada contato de rotina com um profissional de atenção ao HIV, seja numa unidade de saúde ou na comunidade. Considerando-se o alto risco de evolução para TB doença e a elevada taxa de mortalidade, a investigação de sintomas combinados também deve ser realizada em todo e qualquer contato com o sistema de saúde, inclusive eventos como jornadas de vacinação, consultas de saúde materna, triagens nutricionais e programas de apoio alimentar.
6.3.2 Outros testes de rastreamento
Atualmente, não existem dados adequados para extrapolar o uso de radiografia de tórax, PCR ou TDRm como testes de rastreamento em adultos para crianças menores de 10 anos vivendo com HIV/aids. Os testes para detecção de TB infecção não são úteis para o rastreamento da TB (vide também 6.2.4).
6.3 Rastreamento de crianças vivendo com HIV/aids
Crianças vivendo com HIV/aids têm alto risco de evoluir rapidamente para doença grave e morte se a TB não for diagnosticada. Uma criança infectada por HIV tem uma probabilidade 3,5 vezes maior de desenvolver TB doença do que uma criança soronegativa (39). Estima-se que 16% das mortes pediátricas por TB ocorram entre crianças soropositivas, resultando em 36 mil óbitos a cada ano (2). Por esse motivo, a OMS recomenda fortemente o rastreamento da TB em todas as crianças vivendo com HIV/aids.
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